Uber, Stone, Airbnb e outras empresas estão demitindo funcionários

Sem perspectiva de melhora, empresas começam a fazer demissões em massa para reduzir custos.

As consequência da pandemia do novo coronavírus estão levando muitos negócios, de variados segmentos, a enfrentar uma enorme crise. Assim como a Uber, muitos anunciaram recentemente demissões em massa de seus funcionários. Veja abaixo alguns desses casos.

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Airbnb

Com viagens suspensas, a plataforma de aluguel de casas para viajantes Airbnb anunciou que demitirá cerca de 1.900 pessoas —25% de seus funcionários em todo o mundo.

“Não sabemos quando as viagens serão retomadas e, quando isso acontecer, será diferente”

disse Brian Chesky, co-fundador e presidente da plataforma.

Segundo ele, a empresa levantou US$ 2 bilhões para lidar com a crise e reduziu as despesas em todas as suas seções, mas os cortes de pessoal são necessários para a empresa sobreviver.

Stone

A Stone anunciou a demissão de 1.300 trabalhadores, cerca de 20% do seu quadro de funcionários. A empresa de meios de pagamentos busca enfrentar a forte queda das vendas no varejo brasileiro em razão da pandemia do novo coronavírus.

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Madero

empresas estão demitindo funcionários

A rede de restaurantes Madero demitiu 600 funcionários, segundo o empresário Junior Durski, controlador da empresa. Durski afirmou que as demissões foram concentradas nas equipes que seriam responsáveis pela expansão da rede, que planejava abrir mais 65 unidades neste ano. Devido à crise do coronavírus, boa parte destas inaugurações deve ser cancelada.

Cirque du Soleil

O distanciamento social provocado pela pandemia de coronavírus obrigou o Cirque du Soleil Entertainment Group a cancelar apresentações. A empresa circense sediada em Montréal (Canadá) dispensou 95% de seus artistas —por volta de 4.000 pessoas.

Maxmilhas

A MaxMilhas, que vinha em ascensão até que a crise do coronavírus derreteu o setor aéreo, demitiu 167 funcionários, que equivalem a 42% de sua equipe. Procurada, a empresa afirma que a crise provocou uma queda brusca na procura por passagens.

Uber

A Uber já cortou cerca de 3.700 empregos globais nas equipes de suporte e captação de clientes. Além disso, o presidente-executivo, Dara Khosrowshahi, renunciará ao seu salário-base pelo restante deste ano.

A procura pelos serviços da Uber caiu drasticamente em todo o mundo após governos imporem medidas de isolamento social para conter a transmissão do coronavírus. A empresa ainda se apoia, em parte, no crescimento do Uber Eats.

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