Fraudes no GNV fazem governo repensar modo de abastecimento


Devido a fraudes no GNV, governo quer que seu abastecimento seja vendido por quilo a partir de 2020. Veja como isso vai funcionar!

Devido ao grande número de fraudes em seu abastecimento, a venda de gás natural veicular (GNV) deve sofrer mudanças no ano de 2020. O Inmetro abriu nesta semana um consulta pública para que o combustível passe a ser vendido por quilogramas, e não mais por metro cúbico (m³), como ocorre hoje.

Em testes realizados, notou-se uma diferença de até 22% entre o que foi efetivamente pago e o volume de gás abastecido. O objetivo desta mudança é reduzir a possibilidade de erro e fraude nos postos.

Segundo o Inmetro, o preço final para encher o cilindro não irá mudar. A única mudança será na forma de abastecimento para que o mesmo fique mais justo.

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Como vai funcionar o abastecimento do GNV por kilo?

Hoje, o gás vendido nos postos para uso automotivo é comercializado em pressões elevadas para que possa chegar até o tanque de combustível, o gás passa por uma conversão por meio de um fator chamado densidade – para ser apresentado em volume. Os valores da densidades são fornecidos pelas distribuidoras já com defasagem de um mês e, além disso, são inseridos manualmente nas bombas, essas duas etapas favorecem erros na medição.


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Caso a proposta de abastecimento por kilo seja aprovada, todos os 1.759 postos de GNV do país terão os dispensers ajustados com densidade 1 e selados pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), órgão do Inmetro que é responsável pela fiscalização metrológica.

“Uma vez selados, os dispensers não poderão mais sofrer ajustes, ficando assegurada para o consumidor a correta medição em massa”, explica Marcos Trevisan, diretor de Metrologia Legal do Inmetro.

Os benefícios da mudança na forma de abastecimento do GNV

Além de eliminar os erros e afastar diversas possibilidades de fraudes, esta revisão da regulamentação que o Inmetro realizou teve como base critérios das práticas internacionais referentes ao abastecimento do gás natural veicular.

Esta mudança é muito importante para o setor produtivo, porque favorece os empresários que agem corretamente na venda do gás veicular e promove uma concorrência mais justa entre os estabelecimentos. Para o consumidor, proporciona a medida certa da quantidade comprada.

O Inmetro ressalta que a mudança no padrão de medição não causará impacto no bolso dos brasileiros. Isso porque um quilograma de GNV chega a conter até 30% a mais de gás (em massa) em relação ao metro cúbico: 1 kg equivale aproximadamente a 1,3 m3.

E aí, o que acharam desta novidade? Comentem!

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